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Diretor do Corinthians cita Eto'o e Lewandowski ao comentar sobre camisa 9

Foto: Reprodução

Entrevistado especial do programa "Seleção SporTV" desta sexta-feira (02), o diretor adjunto Duílio Monteiro Alves, do Corinthians, comentou sobre a tão esperada contratação de um centroavante para a temporada.



Duílio afirmou que a intenção é não criar expectativa na torcida, mas o clube corre contra o tempo para atender o pedido de Fábio Carille. A saída do artilheiro Jô deixou uma lacuna na camisa 9 alvinegra. Apesar da contratação do artilheiro nacional Matheus Mathias, o Corinthians acredita que a posição segue carente.

"Temos buscado há algum tempo um camisa 9, um centroavante de área, a pedido do nosso treinador, após a saída do Jô. Ainda não encontramos a peça que procuramos, temos buscado muito não só no Brasil, mas em toda a América Latina, na Europa. Infelizmente, é uma posição em que existe uma grande carência, mas continuamos trabalhando para achar o jogador que faça a função e agrade ao nosso treinador", disse o diretor.

Perguntado sobre as especulações envolvendo o nome de Balotelli nas últimas horas, Duílio lembrou que nomes como o do atacante camaronês Samuel Eto'o, e do alemão Lewandowski também foram citados. Esses, segundo o diretor, são reforços que qualquer clube gostaria de ter.




"O caso do Balotelli, o Luís Paulo deu como exemplo de grande jogador, qualquer grande clube gostaria de tê-lo. Foi citado aí também Eto’o, Lewandowski. Lógico que qualquer corintiano gostaria. Mas, tirando o papo da paixão do torcedor, temos dito que a filosofia é trazer sempre mais qualidade para o clube, com jogadores que sejam viáveis. Esses nomes são muito difíceis. O Corinthians tem de sempre pensar grande. Nós no futebol, o Luís Paulo no marketing", analisou.

"Sendo viável, lógico que o Corinthians gostaria de ter esse tipo de atleta. Teria de passar pela comissão técnica, se acrescentaria ao elenco. Sem criar muita expectativa. Como torcedor, eu gostaria de ver Balotelli, Eto’o, Ronaldo, seria uma seleção. Buscamos grandes jogadores, mas sempre com pés no chão. Buscando oportunidades de mercado, uma parceria com o marketing... Buscamos quem pode chegar e resolver o problema. Se um dia tiver uma surpresa, uma oportunidade com jogador desse porte, por que não?", completou.



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