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Corinthians projeta quando poderá contratar Cristiano Ronaldo; entenda

Montagem da internet

A situação financeira do Corinthians não é boa e isso não é segredo para nenhum torcedor alvinegro. No entanto, a expectativa dos diretores alvinegros para o futuro é otimista. Em entrevista recente, o diretor de marketing Luis Paulo Rosemberg, entre outras coisas, falou sobre possíveis saídas de jogadores durante a pausa para a Copa do Mundo e quando o clube poderá contratar, por exemplo, o português Cristiano Ronaldo.



Perguntado sobre as dívidas do clube, Rosemberg afirmou que o Corinthians não irá vender jogadores para quitar despesas. No entanto, o diretor projetou mais dois semestres complicados financeiramente.

“Não há nada que se possa fazer para evitar essas saídas. Nossa folha salarial é das mais invejáveis do país. Nesse processo de reestruturação financeira, pelo menos por um ano, é essencial baixar ela um pouco. Mas o Corinthians não vai vender jogador para pagar despesa”, disse o diretor.

“Se você for analisar o financeiro, que não é minha área, esse é um segundo semestre difícil pela frente. Aí o primeiro de 2019 vai ser de transição e o segundo vai ser muito bom”, completou.

A meta do marketing alvinegro é faturar R$ 1 bilhão por ano. Atualmente, o Corinthians consegue metade dessa quantia, de acordo com Rosemberg. Revelação de jogadores é a meta da direção para conquistar tal objetivo. Jogadores de renome também podem entrar nessa conta. O diretor lembrou das contratações de Ronaldo Fenômeno e Pato.


“Quando o Corinthians vai poder entrar na disputa pelo Cristiano Ronaldo? A meta é o marketing faturar 1 bilhão de reais por ano. Estamos na metade. Se continuar com bons times, a base revelando craques… um clube forte de um país emergente tem que ter essa geração de talentos como um complemento importante”, analisou.

“Temos que ter um bom apoio na geração da base, transformando o Corinthians em um time cada vez mais rico, você vai ver com que naturalidade você vai passar de supridor para também consumidor. Quando buscamos o Ronaldo ele já era um jogador em fim de carreira. O Pato, não, já era um cara que pensávamos que poderíamos fazer dinheiro depois. Essa é a estratégia”, finalizou Rosemberg.




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