Galvão detona Sanchez durante e depois do jogo pela Libertadores; confira - É o time do povo - Notícias do Corinthians
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Galvão detona Sanchez durante e depois do jogo pela Libertadores; confira


O narrador Galvão Bueno, responsável por comandar a transmissão entre Corinthians e Colo-Colo nesta quarta-feira, pela Libertadores, disparou críticas ao presidente Andrés Sanchez.



As primeiras críticas ao mandatário alvinegro aconteceram ainda durante o confronto quando Galvão questionou os preços salgados dos ingressos em Itaquera. Para o narrador, os setores mais caros possuem 'preços absurdos'.

Porém, as críticas mais fortes vieram depois da partida. Galvão lembrou da declaração de Sanchez colocando a Libertadores como terceiro plano do clube na temporada, atrás de Copa do Brasil e Brasileiro. O narrador disparou críticas a partir dai.

"Combinei comigo mesmo que só ia falar isso no fim do jogo qualquer que fosse o resultado. Se classificasse o Corinthians ou não. O presidente do Corinthians falou uma besteira tão gigantesca, tão sem tamanho... Os jogadores se aplicaram, se entregaram 110%, mas não podia nunca o presidente do Corinthians dizer que não está tão focado na Libertadores assim e que o foco é Copa do Brasil. Não pode falar isso", disparou Galvão.



"Não pode em hipótese alguma falar isso antes do jogo. Eu diria isso classificado ou não. Os jogadores poderiam se acomodar? Nunca. Quem veste a camisa do Corinthians sabe da responsabilidade que é. O time ganhou o jogo e não classificou. Faltou um gol. O presidente do Corinthians jamais poderia falar uma besteira tão gigantesca como essa que ele falou", completou o narrador.

Galvão fala da declaração de Sanchez após a derrota corinthiana diante do Fluminense, no Maracanã, pelo Brasileiro. Na ocasião, Sanchez colocou a Copa do Brasil como prioridade alvinegra.

"Já falei publicamente que o Corinthians está priorizando Copa do Brasil, Brasileiro e Libertadores por último. A diretoria prefere a Copa do Brasil não só pelo aspecto financeiro. São quatro jogos. É um mata-mata e tudo pode acontecer. Depois, o Brasileiro, que temos de pontuar, e depois a Libertadores", disse o presidente.




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