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Jadson é Bolsonaro e você, Gabriel? Volante deixa no ar predileção política

Foto: Agência Corinthians

Entrevistado do dia no CT Joaquim Grava após a atividade realizada pelo técnico Jair Ventura, o volante Gabriel respondeu uma pergunta diferente nesta terça-feira (18).



Questionado sobre a visão política nesse ano de eleição, Gabriel tentou fugir da resposta mas indicou uma predileção: 'Tem que ser alguém firme, mas não tão firme', disse o meio-campista.

"Cada um tem sua opinião, meu voto vale como o seu, jornalista. Logico que tem de ser mudado algo no Brasil, a gente é uma potência, tanta coisa para explorar, Amazônia, tanta coisa e a gente está vendendo para fora. Não dá para entender. Tenho pontos de vista, que ainda prefiro guardar para mim, mas acho que precisa de alguém firme, mas também não tão firme, porque a coisa já está borbulhando aí, então acho que quem chegar, tem que ser não tão assim. E também acredito que tudo não está só nas mãos dos políticos, passa pela população, que tem muita força, a voz. E precisa melhorar também, eu me incluo", disse Gabriel.

A pergunta para Gabriel acontece após algumas manifestações de jogadores impostantes do Brasil. O meia Jadson, recentemente, indicou apoio ao candidato Jair Bolsonaro, assim como o volante Felipe Melo, do Palmeiras.



Gabriel também falou de futebol. A situação do Corinthians no Campeonato Brasileiro 2018 foi pauta entre os jornalistas. Para o volante, o Timão briará por uma vaga à Libertadores.

"No Campeonato Brasileiro o Corinthians não está onde deveria. Nos últimos dez anos, foi o clube que mais ganhou títulos. Estar nessa posição incomoda. Ano passado éramos time para brigar para não cair e fizemos o que fizemos. É trabalho. Esse ano, no Brasileiro as coisas não estão acontecendo, mas temos muitas rodadas para subir na tabela e brigar por uma vaga na Libertadores. Começar a ganhar jogos e pontos importantes nos dará condições de brigar por coisas melhores. E na Copa do Brasil temos chance de título", declarou.




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